... o local onde grito sem medo, nem censuras...

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Jun 09

Andava eu outro dia perdida pelo meu Olá5, quando a curisosidade de saber quem me tinha ido visitar me assolou. Confesso que não fiquei surpreendida de todo, na realidade as falhas que por vezes a página apresenta, acabam por nos denunciar... Na realidade a visita em parte me invejou, faria o mesmo se tal me fosse possibilitado. E agora apenas e só por mera curiosidade.

É curioso (re)lembrar esta história agora. Talvez, por estar a viver algo semelhante, não no papel principal, nem secundário... agora talvez como mera narradora de uma história que não traz mais do que dor apesar das boas recordações.

Toda a história a que me refiro, e agora falando de mim enquanto personagem viva deste filme, é com algum alívio que coloco o "the end". Na realidade só agora me apercebi de todo o verdadeiro impacto que tudo isto teve. A desconfiança crescente, a dúvida e dor que criou. Hoje, como não há muito, e com uma razão mais que nobre me dirijo a ti. Não para te ofender ou atacar. Nada disso. Sem dúvida que o tempo cura as mágoas, e curou as minhas. Os tempos de provocações acabaram, como se tivesse tido bastante piada num tempo em que a insegurança que apertava. Hoje, e após 7 meses de vida em comum, consigo perceber que não foste mais que uma. E apenas isso, uma. Não serve isto de ofensa, de forma alguma, até porque sei a importância que a tua amizade teve, sem bem a dor que foi virar costas a uma amiga que esteve lá (com segundas intenções ou não, esteve e ponto final).

Não vou fazer juízos de valor, a sério que não. Percebo agora que o meu espírito acalmou, o ridiculo de toda a situação. Típica da idade, repeti muitas vezes. Lembro-me bem de ter tentado lutar por amor, que só eu não via que não existia! E fiz de tudo, enfrentei tudo e disse tudo. E na verdade, simplesmente já não fazia sentido.

Hoje os fantasmas já não me assolam, e quando relembro a história em tom de provocação, é numa tentativa de comediante que por norma sai furada pelo meu mais que tudo.

E aí é que reside. Agora que sei tudo, de forma ilicita é certo, mas agora reconheço a minha má conduta. Mais uma vez reforço, não me arrependo, porque se se passasse tudo de novo, provavelmente saberia o mesmo e agiria exactamente da mesma forma. Sinto-me obrigada a um pedido de desculpas que ficará em saco routo. Mas que era necessário!

Hoje é para ti meu anjo. Hoje quero que mais uma vez te foques nesta história. Quero que percebas que não é por ele nos dar uma festa na cara, ou um convite para um fim-de-semana que nos vê mais que uma queca ou uma amiga. Podes ser uma simples ou uma grande amiga, mas há que perceber quando nunca vamos passar disso... que por muito que nos enganemos, que por muito que vejamos nele um grande amor... ele nunca quererá isso de nós!

Põe por favor os olhos em alguém que odiei, odiei por medo, um medo que hoje vejo que não fazia qualquer sentido, eu tinha ganho uma batalha, uma guerra inteira sem sequer levantar os braços para lutar.  E meu anjo, sabes que isto não foi um ataque, foi apenas uma realidade que as duas assistimos. O viver o momento, o deixarmo-nos levar, tem um limite que nós próprias temos que impor! Impõe, põe os olhos não em mim, mas em quem revisitou o meu hi5, alguém a quem ataquei, que me deu um gosto especial, só e apenas por estar em picardia, por um certo laod fazia-me sentir viva e com força no meio da história. Sabia que a força das palavras atacariam onde eu mais queria. Mas vê, vê o que alguém sofre quando simplesmente acredita que vai ter mais, simplesmente porque tem um contacto constante...

Não te faças isso, faz como já li (qd me era permitido) "o meu amor morreu"...

publicado por Ovelha Negra às 17:16

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