... o local onde grito sem medo, nem censuras...

30
Mar 10

Eu que pouco tempo ando a ter para séries televisivas (ainda que me encham as medidas para me ocuparem o tempo), queria partilhar convosco lago que encontrei na net, quando procurava passos para a coreografia para a festa do agrupamento. Encontrei uma das minha músicas preferidas inserida numa série que nem sequer acompanho!

Esta música em tudo é fenomenal, algo utópica na verdade, mas se não sonharmos e não fizermos um pouco por esta utopia o que nos resta para sermos integros e boas pessoas? Boa ídole é do que falo!

Espero que se deliciem como eu, amei, simplesmente amei!

Ainda se fazem coisas muito boas, no meio de uma série não tão boa!

 

Chorei, chorei do prazer que me dá ouvir esta música!
publicado por Ovelha Negra às 12:13
música: Imagine, Jonh Lennon
sinto-me: nas nuvens

... já cansada das horas seguidas que estava a trabalhar em relatórios de avaliação psicológica, e após decidir ir-me deitar, decidi dar-me a um pequeno prazer. Acendi um cigarro e fiquei na varanda um momento a deliciar-me enquanto a noite me envolvia sobre uma lua absolutamente espectacular, cuja luz me iluminava.

Estava uma noite linda!

 

Pequenos prazeres...

 

 

 

publicado por Ovelha Negra às 08:58

29
Mar 10

Já devia estar a adormecer no meu peitinho há pelo meno 36 minutos!

Estou atrasada!

 

Vou já querido, vou já, estava a trabalhar!

 

 

publicado por Ovelha Negra às 23:36
sinto-me: cansada
tags:

... mais me delicio e penso COMO ÉS LINDO!

De verdade!

 

És lindo!

 

 

publicado por Ovelha Negra às 22:30
sinto-me: apaixonada, deliciada
tags: ,

 

 

Só para que fique registado o anúncio que alguma vez mais me tocou!

Este anúncio transmite a melhor msg de vida!

publicado por Ovelha Negra às 22:06
tags:

28
Mar 10

Perdoa-me pegar num tema teu. Perdoa-me o entrar assim novamente no teu mundo, mas como não concordo, e me parece ser um bom tema para um post, decidi copiar (não leves a mal, é apenas porque gosto de escrever o que me vai na alma).

 

 

Estes dias têm sido complicados, o meu Anjo (aquele que se julga um quarto do que na realidade é), tem me dado muito apoio. Eu sei B, que darias mais se estivesses por cá, mas esta actividade, este fim-de-semana em especifico fazia-te falta. Porque agora terás os próximos dias para digerir o que vives-te e perceberes as verdadeiras razões do teu estado de espirito, e com isso, decidir o que fazer! Mas sim, eu faço-me de forte, e depois desmancho-me num choro, por vezes incontrolável, com uma necessidade tal de embalo. Ele quer estar sabes, ele quer. Porque é o papel que ele quer ter, o de protector. E eu aceito, tu sabes que eu aceito, porque até faz sentido. Mas há coisas com as quais não sabe lidar, e depois magoa sem querer, porque é assim tonto. Mas já percebeu o que isto está a mexer comigo, todas as razões, mesmo as obscuras que não falamos directamente porque dói, e porque não vale a pena reabrir feriadas antigas.

Bem, mas sem me perder muito nestes pontos, vem a parte que dá titulo ao post.

Eu acho que as relações devem ser sinceras a 98%. E há uma razão fundamentada para estes 2% que ficam de fora...

Na minha vida tive 1 namoro de quase 7 anos, que deve a sua longevidade a ter começado nos meus 13 anos. Ao comodismo de deixar andar, de saber como seria a minha vida no futuro (as tais certezas que às vezes precisamos), o facto de gostar da familia dele, de me sentir integrada lá. Bem, a verdade é que o amor naquela relação morreu muito cedo (o meu amor, a minha dedicação para com ele). Deixei-me andar, segui uma relação certa ao lado de alguém que sabia quase dar a vida por mim. Este amor foi condenado ao fracasso por variadissimas razões, e talvez um dia me perca a falar sobre elas (acabei de descobrir que já tenho temas para futuros posts). O fim foi ditado por uma nova paixão, da minha parte claro. Larguei tudo aquilo que achava que tinha, por aquilo que não sabia se ia ter. Mas a paixão cega-nos, e faz ir atrás do inivisivel. Tinha 20 anos na altura. Já estava no 3º ano de faculdade, e a identificação com esta pessoa era mais que muita em inúmeros aspectos. Houve uma degradação clara, e esta história acabou da pior forma (tenho mesmo que escrever sobre isto, mas hoje não que tenho que ir ver LOST). Acabou por aparecer alguém por quem nunca estive apaixonada. Era uma tesão enorme! Uma vontade enorme de prazer carnal, e ainda por cima tão bem que as coisas corriam na cama... (oh céus que bem mesmo!). Enfim, durante nem meia dúzia de meses o moço achou que tinhamos uma relação amorosa, e se calhar o facto de morar sozinha e ele ter 30 anos ajudava a esta ilusão. Na verdade era apenas isso, sexo, e a cama mais quente durante a noite! Decidi pôr um ponto final nesta brincadeira de "namoro" e andámos numa loucura mais uns meses, mas agora, bem à minha maneira! Os meses que se seguiram foram de absoluta liberdade, a muitos níveis. Estava com 22/23 anos, e não podia cometer mais loucuras que aquelas que estava a cometer. E nessa altura apareceu ele.

Larguei toda a euforia em que me vi envolvida. Tinha também acabado de sair de uma situação dolorosa, que exigia muito tempo de recuperação. Não estava bem na verdade.

Foi aqui que me entreguei completamente. Não por sentir que estava na altura, mas porque simplesmente me apaixonei. Bem, esta história acabou por não ter sinceridade desde o inicio, e isso acabou por deixar algumas pedras no nosso caminho que ainda hoje magoam (quando escrever um post sobre os homens na minha vida, esclareço estes pormenores).

Isto tudo para dizer, que acabei por vir a saber coisas desagradáveis, e hoje, digo com certeza, que preferia nunca as ter sabido. A sério, se nunca tivesse recebido aquela mensagem pelo olá5, eu nunca saberia de sua existência, e por consequência, nunca teria sabido da história. E o mais provável, é que a relação deles tivesse acabado na mesma, se calhar de forma pacifica mantendo-se a forte amizade que existia. Provavelmente eu hoje viveria à mesma à ano e meio com ele, feliz e apaixonada, acreditando em cada palavra que me dizia sem pôr em causa. Provavelmente ainda seriam amigos, seriamos todos!

Eu seria sem dúvida mais feliz, pois não tinha hipótese de saber fosse do que fosse. Claro que quando me levantaram o véu da dúvida, tive que procurar as respostas todas. Mas se de nada soubesse, nada procuraria!

 

Hoje não tenho dúvidas, que os 2% que sobram, é para a famosa frase "olhos não vêem, coração não sente", e para a privacidade que cada um de nós tem que manter!

Ele sabe que há pormenores da minha vida que são meus e só meus. E até os partilho com outros, mas não com ele.

E hoje com certeza afirmo, que há coisas desnecessárias de serem contadas, porque a confiança de uma relação, também cresce com o podermos confiar no outro, sem a necessidade de se saber tudo! E quando há pedras, porque foram soltas sem serem a pedido, esta tarefa de resconstrução é muito mais dificil, chegando mesmo a ser dolorosa!

 

Enfim, quando escrever sobre as minhas relações, talvez muitas destas coisas façam sentido!

Entretanto, com certeza afirmo, se eu não soubesse, quase com certeza que estaria com ele na mesma, mas sem feridas.

 

 

publicado por Ovelha Negra às 22:57
sinto-me: confiante

Hoje ganhámos os dois coragem para conversarmos abertamente.

Sobre assuntos sérios, daqueles que se têm quando se é crescido, porque ser crescido acresce de uma responsabilidade por vezes assustadora.

Hoje a medo, e sem saber bem quem, pegámos nna conversa que poderia ter corrido mal. Mas não. Parece-me que também ele tem receios que não me conta, e que na verdade eu acho legitimo!

Sem adiantar (por enquanto) a longa conversa que tivémos nos braços um do outro, refiro apenas que foi positiva, que foi clara e produtiva!

 

 

Como te amo!

publicado por Ovelha Negra às 22:42
sinto-me: clarificada, apaixonada

27
Mar 10

E isto vai tudo passar!

 

 

 

publicado por Ovelha Negra às 21:44

26
Mar 10

Mais uma vez há noticias e dúvidas que nos abalam mais que muito.

E esta chuva não é miudinha, é uma trovoada bem feia.

 

Andava a fugir da consulta porque tinha medo, porque sabia no fundo que algo não estava bem, e queria simplesmente fugir disso, como se os problemas acabassem só por si, se eu não olhasse para eles, eles não existiam...

Há 3 anos que sei que tenho um problema. Inicialmente uma infecção, após uma interrupção, que destruía bem mais o meu ser por dentro, que propriamente o meu fisico.

Com coragem acabei por marcar consulta para o final do ano, num género de tentativa de equilibrio mental e de saúde. Aquilo por que tinha passado, merecia uma atenção de um olhar médico.

Havia declaradamente uma infecção, da qual obviamente eu já tinha dado conta, uma infecção que surgiu nem sei bem como, nem sei bem de quem! Sim, esta parte já dói mais... muito mais. Enfim, achei eu tratada, mas esqueci-me com o meu fisico estava farto, como tinha sido mexido e remexido. Como tinha sido violado. Eu sabia que algo poderia não ficar bem, e nessa altura tive o sinal, que algo de errado tinha acontecido (ou estava a acontecer). A dúvida da médica quis ser explorada. Pediu-me uma série de exames, essenciais a perceber o que se estava a passar, e eu mais uma vez, com medo do resultado, acabei por deixar o tempo passar sem fazer absolutamente nada!

Passados mais de 2 anos, achei por bem lá voltar. E confirmam-se as suspeitas que algo não está bem. Falta agora perceber o quê!

A noticia da necessidade de uma biópsia arrasou-me completamente.

Estava deitada na maca, enquanto ela observava atenta, a relembrar-me de um episódio pouco feliz de um médico encostado a uma parede...

Deixei-me estar ali enquanto ela falava comigo, julgo que por momentos deixei de a ouvir. O esforço que estava a fazer para as lágrimas não me escorrerem pela cara, retirava-me a audição. Só me lembro de a ouvir repetir: "é para fazer. e depressa! Vamos marcar já!".

Todo o meu mundo ruiu novamente, e eu, forte me fiz e fui acenando que sim ao que me ía dizendo.

Vim, embora, e assim que a porta do consultório fechou eu deixei-me cair no meu sufoco e solucei de dor.

 

Eu não quero explorar isto, eu não quero ter problemas destes, eu quero poder decidir.

Eu ainda não tenho cicatrizada a ferida anterior e já estamos a abrir outra?

 

Hoje choro que nem criança, sabendo que os exames pedidos revelam algo. sabendo que passeia no meu corpo uma infecção há cerca de dois anos. Sabendo que não sei se partiu de mim, dele ou dela. Sabendo que o meu corpo estava em recuperação nessa altura. Que nessa altura havia uma fragilidade óbvia em mim que se calhar não permitiu deixar passar esses males.

Sabendo que tudo isto abala também a confiança nele, porque ele sabia que não podia brincar nesse sentido. E exigiu-me saber se estava tudo bem comigo, para poder estar. Esqueceu-se de me respeitar trazendo (talvez) o que me pode ter piorado o estado.

Não são dedos apontados, são apenas lágrimas em forma de palavras, de quem não lhe apetece reviver tanta coisa, aparentemente sem ligação, mas que tudo junto me destrói em força.

 

Estou magoada.

 

 

 

publicado por Ovelha Negra às 15:16

25
Mar 10

Eu não queria passar por isto...

 

 

... não sem um filho nos braços...

publicado por Ovelha Negra às 23:59
sinto-me:
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