... o local onde grito sem medo, nem censuras...

16
Ago 10

Já reparei que escrevo muito mais quando estou em baixo!

 

É bem verdade que deixo este canto meio abandonado quando estou bem. Estou a approveitar a minha felicidade, logo, por muito nprazer que me dê escrever, sem dúvida que prefiro aproveitar os outros momentos em vez de os perder na escrita.

 

No entanto, e estando por aqui parada em casa a fazer tempo para ir lavar o carro que veio do SW (portanto imaginam...), decidi escrever umas linhas.

 

E vou falar de algumas situações que têm ocorrido nos últimos tempos.

 

 

Talvez a que me têm dado mais dores de cabeça, não por ser um problema meu, mas por me deixar incrivelmente triste.

A minha melhor amiga e o marido estão a ponderar (ou a decidir) divorciar-se. Isto dói-me. Conheço aquele casal desde o inicio. Vivi com os dois assim que começaram a viver juntos. Apadrinhei aquele casamento.

Vi e vivi a felicidade deles também.

Conheço como as palmas da minha mão a minha amiga. Sei a pessoa forte, determinada e inteligente que é. Sei bem e de perto o que tem sido a sua vida, a luta que tem travado para atingir objectivos que nunca seriam esperáveis na sua situação. No entanto sei a capa de defesa que coloca e que por vezes magoa, mesmo sem querer quem ama.

Sei bem que às vezes as palavras lhe saem, e sem pensar muito nelas lança bombas sobre as pessoas. Não é por mal, não é por não as amar, é para se defender.

Mas às vezes é dificil ouvir determinadas coisas repetidamente e achar que não são flechas apontadas!

Enfim. Conversei com ela (é do lado dela que estou sempre), mas também conversei com ele. A razão inicial para a separação vinha sem sentido e injustamente colocada no meio do casamento. Chamei-o à razão, pedi-lhe que pensasse sobre isso. Pedi-lhe que esclarecesse bem o que na verdade sentia, e que era de longe a razão da acusação.

Nessa altura afastei-me. Agora era a vez deles resolverem sozinhos a relação. Afinal a mesma é delas, eu nem um pormenor sou.

Todos os dias fui perguntando como estava, como estavam as coisas. Parece que estão a caminhar para o final.

Devo confessar que parte de mim continua a esperar que se entendam. Que se ouçam, e se resolvam.

Tenho pena, muita pena, porque tive todo o prazer em ser madrinha da noiva!

Que o tempo e traga soluções...

 

 

 

Entretanto, e sabendo bem que não é para comum entender, fiquei super triste com a saída de um instrutor no ginásio.

Não vou já aqui expor as razões. Apenas dizer que senti incrivelmente triste.

 

 

 

Mais um fim-de-semana em Albufeira. Novamente com pessoas fantásticas! Rir, sorrir e simplesmente sentir muita felicidade!

 

 

E no mesmo post já falei de uma série de assuntos! O próximo assunto, e porque eu tenho uma importância extrema, ficará no próximo post!

publicado por Ovelha Negra às 10:32

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