... o local onde grito sem medo, nem censuras...

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Jan 09

 


Dec 10 4:18 PM
Às vezes as palavras custam a sair!
Torna-se por vezes dificil conseguir exprimir o que se sente,  e às vezes sinto-me totalmente abalada com uma vontade enorme de escrever e exprimir e pintar o que me vai na alma.
As palavras têm todas elas um peso enorme, e é isso que às vezes nos transforma!
E hoje, à volta de tabelas e gráficos, calhamaços a que chamo bibliografia para terminar algo a que chamam tese, parei. Parei porque fui totalmente assolada por uma enorme vontade de escrever.
E sobre o quê? Há algo acima de muito que me transforma esta vontade, e hoje, como ontem, é a mesma. Tu!
É impressionante quando reparo na quantidade de vezes que escrevo sobre ou para ti. É porque nem sempre posso cuspir esta vontade toda de te dizer algo. Mas hoje tal como noutros dias mas diferente, quero após um mês e meio dizer o que sinto.
Não foi um início fácil, a lua-de-mel que me disseram suposto sentir, focou-se na preocupação se as coisas poderiam ainda piorar. Na realidade tudo era complicado, o jantar, o aspirar, o lavar, o passar a ferro... coisas banais importantes que não lhes atribuimos tais categorias porque estamos demasiado ocupados a pensar no como vai ser amanhã. Pois bem, isso preocupou-me de ínicio, e ao contrário do que era suposto, daquilo que senti inicialmente, houve uma óbvia, enorme, deliciosa e prazerosa melhoria.
Como é dificil esta união/relação/matrimónio... o que seja... mas tão nossa!
Depois há aqueles cancros pelo meio, que nem com muita quimioterapia os eliminanos... é impossivel, a minha memória é mais de elefante que de peixe... mas o bom, aquilo a que me posso agarrar, é que cada vez fazem menos mossa e são menos importantes. Não conversamos sobre isso, mas não há dia que não esteja no meu pensamento, cada vez menos é certo, e sabes porquê? Porque a cada dia que passa, cada dia que acordo ao teu lado com um beijo leve e doce, cada noite que me sento à tua frente para jantar aquilo que carinhosamente preparei, cada noite que desespero em frente a um pc por causa de um limite de uma tabela, cada noite que nos deitamos enroscados, e mesmo sem dizer boa noite um ao outro adormecemos de pés dados... é cada momento que me permite reforçar a ideia de que és tu!
E aquilo que é dificil e que dói... vai-se desvanecendo e desaparecendo, deixando apenas uma vasta e importante aprendizagem.
E sabes, apesar das queixas, e de "oh meu Deus..." na realidade é bom ouvir, "querida cheguei!", é bom sentir o beijo na testa ou na bochecha (mantemos o acto de amigos), e é bom ouvir-te ao meu lado naqueles 10min em que paramos os dois no sofá, e a olhar para ti enquanto te ouço, reforço para mim inconscientemente que és mesmo a minha alma gémea!
E já me garantiram que o és!
No ínicio "disto" o medo assolou-me! Sabes, sempre que nos apaixonamos, achamos que é mais forte que nunca, que nunca ninguém nos fez sentir assim antes, que essa pessoa nos está a ensinar a conjugar o verbo amar, mas na realidade, esta nova pessoa está é a despoletar em nós algo que já sentimos, e que se acabou mal, sofremos, sofremos muito, achámos que o mundo ía desabar se a dor não desaparecesse do nosso peito. No fundo, se calhar era isso que receava, que um olhar sincero no seguimento de um beijo mágico nos pudesse trazer de novo as lágrimas aos olhos. É um risco! Apaixonarmo-nos (de novo) é um risco. Que não há muito pouco tempo dizia ter sido estúpida essa decisão. Na realidade é o contrário o que sinto, sinto que és o meu Miguel, mas se manifesto o contrário  é porque uma parte de mim ainda sente esse medo... o medo de perca, de dor, de sufoco!
Na verdade, não és o meu primeiro amor, não sei sequer dizer-te se és o mais forte, pois o que senti antes desapareceu totalmente, mas uma coisa afirmo sem qualquer dúvida, amo a sensação de te amar, amo a sensação de me sentir amada por ti!
Amo o teu olhar!
Amo o o teu toque!
Amo o teu sorriso!
Amo as tuas gargalhadas!
Amo o teu respirar no meu pescoço enquanto deslizas devagarinho dentro de mim!
Ínicios de noite aos beijinho na cama, aos miminhos, nos toques com as pontas dos dedos, no encaixe perfeito das mãos em cada parte dos nossos corpos... fazem parte deste amor!
E agora copy paste de um texto que uma vez te escrevi aqui há cerca de um ano, que se encaixava na perfeição numa caixa de e-mail, neste texto faz agora mais que sentido!

"Adoro... " lembras-te? Sabes qual é?
Adoro quando me dizes meu amor…
Adoro quando dizes que me amas…
Adoro quando sorris para mim…
Adoro quando a tua mão entrelaça a minha…
Adoro quando os teus braços me envolvem…
Adoro quando te abraço…
Adoro dizer-te bom dia…
Adoro olhar para ti…
Adoro sentir-me tua…
Adoro quando dizes que sou só tua…
Adoro que me queiras…
Adoro querer-te…
Adoro aquecer-te o leite…
Adoro saber que estás bem…
Adoro quando estamos a adormecer e os pés se tocam…
Adoro estar abraçada a ti no sofá…
Adoro poder partilhar as minhas mágoas contigo…
Adoro fazer amor contigo…
Adoro sentir-te e ver-te ter prazer comigo…
Adoro pensar em ti…
Adoro receber uma mensagem tua…
Adoro preparar-te o jantar…
Adoro fazer-te uma massagem quando precisas…
Adoro que estejas ao meu lado…
Adoro adormecer no teu peito…
Adoro sentir-te a observares-me…
Adoro sentir o à-vontade e a confiança a teu lado…
Adoro chegar a casa cansada e encontrar-te…
Adoro quando me dizes que te sentes bem a meu lado…
Adoro quando me procuras…
Adoro dar-te um mimo…
Adoro sorrir para ti…
Adoro falar em ti…
Adoro pensar em ti…
Adoro passear contigo…
Adoro rir contigo…
Adoro momentos aparentemente insignificantes contigo…
Adoro sentir-te dentro de mim…
Adoro as tuas mãos a percorrerem o meu corpo…
Adoro beijar-te…
Adoro tocar-te…
Adoro acalmar-te…
Adoro ouvir-te…
Adoro entender-te…
Adoro a nossa amizade…
Adoro a nossa paixão…
Adoro o nosso amor…
 

Assim, é a forma mais fácil e mais sincera de definir o que sinto. E não és perfeito, e dás-me dores de cabeça, e às vezes irritas-me ao ponto de cerrar os dentes... mas caramba, és demais! Faz parte da nossa música! Porque claro que como qualquer amor sincero, tinha que fazer parte das nossas vidas uma música lamecha com que nos identificássemos! "És demais"... tornou-se nossa bem antes de nos tornarmos um do outro, tornou-se nossa mesmo antes do desejo!
Meu amigo, meu companheiro, meu amante, meu confidente, meu homem, meu spider... a tua Mary Jane ama-te!
publicado por Ovelha Negra às 21:59

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