... o local onde grito sem medo, nem censuras...

01
Dez 11

Aqui há uns largos anos, ainda longe da possibilidade (e vontade) de ser mãe, vinha da faculdade de autocarro, e a olhar para a janela, estava um daqueles barcos enorme de cruzeiro. E chamava-se Martim Moniz. E eu repeti o nome Martim vezes sem conta, porque simplemente me soou tão bem. Decidi nesse dia que se tivesse um filho se chamaria Martim. Adoro este nome. Hora, no percurso do autocarro perdi-me a pensar na hipótese para rapariga. Leonor, foi o que mais gostei (ou gostei demais por assim dizer!). Isto foi há uns valentes anos (cerca de 7 talvez!). E mantive este desejo até há pouco.

 

Na altura que me apaixonei pelo nome Martim, ainda não haviam quase meninos nenhuns com este nome! Eu nem sequer conhecia nenhum (e trabalhava com crianças!)!

Mas de repente foi uma enchente! Toda a gente deve ter apanhado o mesmo autocarro que eu (o 28 que passava em Santa Apolónia) e lido o mesmo barco. E deve ter feito o mesmo pensamento que eu!

 

Toda a gente de repente pôs-se a pôr o nome de Martim aos meninos, e Leonor às meninas.

E pronto, fiquei triste. Agora que realmente a maternidade começa a fazer sentido, e poderá mesmo ser uma realidade em breve (entenda-se meia dúzia de meses para o ínicio da gravidez),  terei que pensar em novas alternativas, pois nomes iguais aos de todos é que nem pensar!

 

Confesso que tinha uma leve esperança que a moda parasse, e que o meu rebento se pudesse chamar Martim ou Leonor, porque já teriam passado uns anos, mas não, a malta não pára!

Bolas, que gosto tanto...

publicado por Ovelha Negra às 23:59

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