... o local onde grito sem medo, nem censuras...

06
Jul 13

publicado por Ovelha Negra às 11:14

A minha experiência em amamentar tem sido fenomenal. Mas na verdade eu nem duvidava!

Assim, contribui para um projecto e ontem vieram cá a casa fotografar os minis e eu no nosso melhor!

De seguida enviei à Catarina Beato o relato desta minha aventura.

Conheçam o site!

 

http://www.loove.pt/conceito/

 

Abaixo o que lhe enviei!

 

Ora então.

Após uns meses de casada e uns anos a viver juntos, eu e o marido achámos oportuno aumentar a família. Sabendo nós que a nossa vida iria mudar, decidimos primeiro fazer uma viagem grande. Daquelas de mochila às costas e dias sem banhos decentes! Marcámos assim as nossas 3 semanas para a América do Sul para Agosto de 2012. Enquanto preparávamos a viagem, eu preparava-me para deixar de fumar (essencial!) e para largar a pílula. Fomos absolutamente libertos para as américas, e quis o destino que fosse em período de ovulação. Após visitar o Peru, começava oficialmente a época de treinos para o projecto bebé!

Algures entre a Bolivia, o Chile e a Argentina, o milagre deu-se! Como se costuma dizer, fomos dois e viémos quatro (no nosso caso está claro!).

Para nossa surpresa (mas desejo óbvio), eu engravidei na primeira tentativa. E após uma semana ainda sem atraso, mas desconfiada com as dores menstruais que se faziam sentir cedo de mais, o teste lá acusou o positivo! Esse foi o momento do nervoso miudinho, aquele que eu quis levar com uma naturalidade que não existia. A espera dos 5min a tentar agir como se nada fosse.

Estaria pelas minhas contas, nessa altura de 4 semanas + 4 dias.

Tratámos de marcar uma consulta para o meu OB, consulta essa que ficou marcada para daí a 5 dias.

Achando nós que iriamos apenas à consulta, no final o médico, aproveitando estar na clinica um dos seus ecografistas preferidos, disse que fariamos logo uma eco, só para confirmar a gravidez e se estaria colocado o embrião no sitio certo.

Lembro-me de na sala de espera comentar com o meu marido que era um disparate fazer uma eco tão cedo! Afinal eu estaria de 5sem+2d e a única coisa que se veria seria apenas e só o saquinho.

E de facto foi o que se viu!

As primeiras palavras do médico foram: “ confirma-se que está grávida e vêem-se os dois saquinhos!”.

Devo ter ficado branca! Dois? Como dois? Perguntei com cara de poucos amigos se o sr Dr estava a brincar! Claro que não estava... e a minha pergunta fenomenal seguinte foi: “mas normalmente há um que não vinga não é?”. Se soubessem eles como me arrependo de ter perguntado isto...

De facto não estavamos preparados para ter gémeos. Nunca achei piada, não queria, e até desejava mesmo era ter filhos com 4/5 anos de intervalo para poder gozar ao bocadinho cada pormenor deles. Todas as pessoas próximas sabiam bem desta minha opinião, porque vai-se lá saber porquê, foram diversas as vezes que a partilhei! Dizendo inclusivé que se algum dia tivesse gémeos chorava baba e ranho quando soubesse...

Enfim...

As primeiras semanas foram de alguma ansiedade se tudo se desenrolava como o previsto. Com um sentimento dúbio de querer e não querer.

Acabei por me habituar à ideia, e a querer apenas os meus bebés sempre bem!

A gravidez correu sem grandes precalços até às 30 semanas. Apesar de ter ficado em casa muito antes com contracções, as mesmas não se repetiram mais ao longo da gravidez até essa altura.

Com 30 semanas, numa consulta, e depois de me queixar de uma noite cheia de contracções, recebo a noticia que estava com o colo do útero muito curto e 2 dedos de dilatação. Fiquei imediatamente internada, e informei os meus filhos que só poderiam nascer em Abril!

Uma semana de internamento, e não agravado o meu estado, tive autorização para manter o mesmo repouso em casa. Assim passei as últimas 5 semanas da minha gravidez... na cama! Só tinha permissão para levante, para ir ao WC ou tomar banho!

De 2 em dois dias pintava as unhas de cor diferente só para fingir que não era um mono!

Com a casa em obras para receber os bebés, não foram de facto semanas muito agradáveis.

Acabei por ter ordem de soltura às 35 semanas... e 4 dias depois o ploc!

Era dia 7 de Abril, precisamente um mês antes da data prevista e chegavam os meus mini aliens.

O Vicente e a Núria proporcionaram-me um momento maravilhoso com a sua chegada e apenas 2h40 de trabalho de parto. Desconfio que toda a minha calma tenha ajudado.

E chegava também o processo de amamentar. Para mim mais que óbvio e natural. Durante a gravidez li muito e informei-me muito. Sabia que as coisas podiam não ser perfeitas e não correr bem. Sabia que podia ter dificuldades e mais que isso, podiam fazer-me desistir por serem gémeos! Foram inúmeras as pessoas que me disseram que por serem dois o mais fácil seria alternar peito com LA. E que assim o pai ajudava e eu descansava mais. Que certamente não ía aguentar. Ouvi diversas opiniões sobre como amamentar os dois (pessoas sem terem filhos gémeos), ou que teria sorte se tivesse leite para os dois, ainda que eu respondesse que não seria uma questão de sorte, e que o meu corpo produziria exactamente o que os meus bebés precisassem!

A N esteve sempre comigo, pegou na mama no recobro. O V, por ter nascido com 1,855kg, foi levado para os cuidados intermédios da neonatologia, acabando por não mamar logo e tendo iniciado LA (inclusivé era dado por sonda). O meu bebé era muito pequenino e não queriam que perdesse muito peso.

Foi assim que começámos. Ela sempre mamou bem. Dava-lhe mama quando ela queria, tendo só o cuidado de não passarem 3h. Ele começou com biberão. E começou mal! Não bebia o que queriam, acabando por dar o resto por sonda. Estive assim à espera que ele quisesse comer!

Como não bebia sequer pelo biberão, não queriam que eu desse mama, pois podia cansar-se e perder mais peso. Aconselharam-me algumas vezes a tirar leite. Mas eu estava já a dar mama a uma bebé, e dar à bomba não me agradava. Além disso, a primeira vez que tirei, consegui uns vergonhosos 2ml... desisti. Decidi que não queria aquela guerra! Eu queria era o meu bebé ao pé de mim, por isso até podia vir a comer cozido à portuguesa! Eu resolveria a coisa em casa!

Ele continuava a não querer o biberão, eu não conseguia estar lá muito tempo porque não tinha a quem deixar a N, e os dias passavam e nada de o ter ao pé de mim!

Até que 2 dias depois, à hora que lhe ía dar o biberão, uma das enferemeiras perguntou se lhe queria dar mama! Claro que sim! O meu bebé mamou pela primeira vez de forma perfeita! Assim voltou a ser 3h depois e após esta mamada veio para junto de mim e da irmã! No dia seguinte tivémos todos alta!

Do alto dos seus 1,830kg e 2,060kg o V e a N, respectivamente, vieram para casa só a comerem da maminha da mãe!

Até hoje se mantém! Não sei sequer o que é preparar um biberão, não tenho nem uma lata de leite em casa! Assumi sempre que ia alimentar os meus filhos!

E assim é!

Agora, quase 3 meses depois, já vão longe os 1,8kg substituidos por mais de 4,5kg!

Tive horários para mamar na primeira semana e meia (ordem do hospital! E só podiam mamar meia hora!). Pois percebi que a N não gosta de ser acordada (o que percebo) e deixei de olhar para o relógio!

Dou quando querem e onde querem! Não deixo de fazer nada, porque basta pô-los à mama. Dou a um de cada vez, aos dois ao mesmo tempo... como calha! Porque eles lá sabem quando querem.

E a amamentação irá manter-se enquanto quisermos os 3! Não sei quando isso será! É uma relação a que tenho com eles.

Por agora levamos 3 meses. Certamente virão mais 3 de forma exclusiva. E depois se manterá ao ritmo deles. O ritmo que eles me impuserem e que eu também sinta conforto.

Acima de tudo, é doce amamentar. Estamos em sintonia! É uma conversa de olhares a dois ou a três!

publicado por Ovelha Negra às 09:34

05
Jul 13

Ontem tive filhos desesperados à noite.

Ela então, chorou como nunca a tinha visto... e claro, eu chorei com ela! Tanto que até soluçava (as duas sim!). A minha mini alien estava (acho eu agora) cheiinha de calor!

 

Ontem foi dia de pediatra. Cedinho às 9h30 da manhã na CUF Descobertas. Achámos que seriamos todos uns super heróis, e fomos almoçar até ao Hluz com uma amiga. Chegámos já com algum calor, que passou rapidamente assim que o ar condicionado do hospital nos abraçou. Muita mama para beberem o que deviam.
Antes de sairmos de lá, mama de novo pois sabia que devia estar quentinho!...
Quentinho é favor! Eram cerca das 15h/15h30 e estava mesmo era impossível!!! O carro ao sol naquelas horas queimava! E eu que já odeio os ovos (porque sim), eles queimavam! Fiquei sem saber bem o que fazer! Ponderei voltar para o hospital onde estava fresco... mas depois duvidei que passaria lá a tarde (não me enganei com a brasa que ainda estava às 19h30).
Abri o carro todo e lá pus os miúdos. Janelas completamente abertas e só queria chegar bem depressa a casa (sim, a porcaria do carro não tem ar condicionado!).
Assim que cheguei toca de tirar os miúdos dos ovos (que claro estavam todos tranpirados), despi-los e pu-los à mama. A seguir dormiram.
Achando eu, que o fim da tarde seria agradável para um passeio na praia (not), lá fui com uma amiga! Dei claro, mama antes de sair. Dei mama antes de voltarmos para casa (ou seja, ainda na praia). Quando estava a chegar a casa, a miúda abre a goela (daquela forma como se lhe estivesse a espetar alfinetes nos olhos) e só se calou com a mama na boca (valha-nos o parqueamento). Mas quem disse que se calava? Assim que a punha no ovo desatava o berreiro de novo! Também dei mama ao irmão nos segundos que ela se calou, e assim me vi aflita par conseguir chegar a casa!
Cheguei, e mama de novo! Estava convencida que era calor... Toda a minha confiança começou a desmoronar entretanto. Choravam os dois, e ela era mesmo desesperada!
Iniciei as rondas dos banhos para se acalmarem... mas foi dificil. Como faz hoje uma semana que ela não usa os instestinos... achei que seria disso... decidi, pela primeira vez, "ajudá-la". Fez um bocadinho e decidi que chegava. Pûs novamente os dois à mama (depois de o tirar do colo da minha sogra que tinha sido chamada de emergência pelo meu marido, e de ela, com boa intenção é claro, tentar adormecê-lo debaixo da luz da cozinha, quando ele já estava mais para lá do que para cá...). 5min na maminha e adormeceram...
Dormiram super bem, e eu hoje acho que era só calor e sono. Que a "barriguinha" da minha filha não a estava incomodar e eu fui invadi-la desnecessáriamente! Hoje pensei se lhe poria um bebegel para esvaziar o resto do intestino... mas ela dormiu tão bem... e estava tão bem disposta à bocado...
Não faço pois não?

Devia mesmo ter-lhes posto a mama na boca e pronto! Assim acalmariam de certo!

publicado por Ovelha Negra às 10:03

04
Jul 13

... fazem-me olhar para as minhas crias e comtemplá-las!

 

Caramba como são tão lindos e perfeitos!

publicado por Ovelha Negra às 07:53

08
Jun 13

Sou mãe de um casal de gémeos.
Os meus bebés fizeram ontem 2 meses e amamento. Em exclusivo!

Felizmente a adaptação à amamentação deu-se de forma tranquila sem problemas de maior. É verdade que eu também estava informada e também li e reli muita informação durante a gravidez.

Ela sempre mamou, ele como nasceu com peso de rato (1,8kg, nasceram de 35s+5d), levaram-no à neo e ainda esteve com LA e sonda durante 2 dias. Passou repentinamente de LA para a mama e nunca mais bebeu outra coisa senão este directamente da fonte!
No entanto, e apesar de para mim ter sido relativamente fácil, os primeiros dias não o foram. Não por má pega, mas pura e simplesmente porque era o inicio. As minhas mamas tiveram que se habituar a alimentar 2 bebés e passar como todas as outras (mamas ou mamãs), por aqueles processos fisiológicos iniciais menos agradáveis. Durou 4/5 no máximo. A partir daí tudo ok.
Defendo a amamentação, e claro está que por ser em livre demanda, às vezes passeio-me por sítios (bastante) públicos com uma mama de fora e um bebé agarrado a ela (como na corrida da mulher por exemplo, ou numa loja de chineses às compras!).
Defendo essencialmente que TODAS as mulheres deviam ser/estar bem informadas para poderem tranquilamente alimentar os seus bebés sem falsas informações e reacções (físicas e psicológicas) que as possam fazer desistir!

publicado por Ovelha Negra às 14:35

15
Mai 13

... mas tudo se resolve com verdadeiro amor!

publicado por Ovelha Negra às 14:14

13
Mai 13

Ontem estive à conversa com alguém que partilha algumas ideias semelhantes às minhas.

Concordámos em alguns aspectos que são tão vitais e que me têm trazido alguns dissabores (que dei conta agora).

A sorte que temos, a informação que procurámos e o interesse em algumas áreas.

 

Ah, e o não insistas quando não te querem ouvir. Vão achar que os estás a invadir e a pôr em causa nas suas decisões, como se recebessemos comissão...

 

Tão verdade...

publicado por Ovelha Negra às 14:18

Se me acho especial ser mãe de dois ao mesmo tempo?

Claro que sim! Sinto-me escolhida!

 

Se me acho melhor mãe, mais capaz e com as melhores decisões?

 

Pfff... a sério? A SÉRIO?

Claro que não!

 

Sou uma naba! Não percebo nada disto e tenho milhares de dúvidas e dificuldades quase todos os minutos! TODOS!

 

 

publicado por Ovelha Negra às 14:12

Para mim, os amigos são (como tantas vezes repito), a familia que se escolhe.

São aqueles que não nos são impostos pelos laços de sangue.

São aqueles que nos fazem sentido.

 

Por vezes os nossos amigos têm tudo a ver connosco. Ou muito. Partilhamos os mesmos ideais, as mesmas filosofias.

Outras vezes discordamos em absoluto, e toda a nossa conduta é diferente.

Com todos os meus amigos partilho ambas as partes. Partilhamos visões em relação a determinados assuntos e discordamos totalmente noutros!

 

Na verdade, nunca tive a ambição de ser igual ou de ter por igual alguém. Nem em relação ao meu marido essa foi a eleição.

É bom conversar sobre diversos temas e concordar em muitos assuntos e discordar em tantos outros.

 

Não me faz sentido é que isso possa ser motivo de zanga.

 

Neste momento sinto-me algo perdida em relação à amizade.

Tinha 2 pessoas muito especiais que procurava sempre que sentia necessidade. Que me eram próximas, e com quem eu julgava que podia discordar em vários temas.

Fui talvez demasiado efusiva em relação a determinados assuntos. Passei a mensagem que tinham que concordar comigo, quando de longe em altura alguma esse foi o meu objectivo. Nunca quis pôr ninguém em cheque. Mas na verdade, quando se conhece alguém tão bem e se tem tanta confiança, nem sequer devia haver esta dúvida!

Nem devia ser colocada a questão que eu duvidava das capacidades de quem quer que fosse, em relação ao que quer que fosse na verdade!

E se me manifestava, era para poder dar uma sugestão, era com o intuito de ajudar.

Claro que se as opiniões fossem boas vendiam-se... mas aqui era com amigos... não devia ser diferente?

Claro que as minhas opiniões valem o que valem, e são como as cuecas, cada um tem as suas! E isso chateia-me? Não! Nada! De todo! 

Era com um bom propósito... não era para criar ansiedade a ninguém... ou sequer colocar em causa o que gosto das pessoas ou a minha amizade por elas.

Mas isso aconteceu.

 

Não ponho, nem nunca pus em causa as decisões que os meus amigos tomam em relação às suas vidas. Porque simplesmente quem sou eu?

O que fazem na vida deles ou que eu faço na vida a cada um diz respeito e ninguém está mais certo ou errado!

Posso ter visões diferentes em relação a muitos assuntos. E tenho. E se calhar tenho porque fui à procura de coisas diferentes que eles procuraram. Se é mais correcta a minha forma de ver/levar a vida? Não! (quantas vezes eu repiti isto caramba? Será que não me conhecem o suficiente para saber que é sentido? que independentemente de defender as minhas opiniões/visões nem seuqer ponho em causa as suas e não as acho mais correctas ou incorrectas?). 

É isto que me dói. Falamos de pessoas que supostamente me conhecem muito bem. Que já me viram manisfestar em diversas coisas na vida, que nem sempre concordámos, que nem sempre fizémos o mesmo... e então? Nunca vi nisso um problema! Porque simplesmente conheço as pessoas e sei/sabia que confiavam nas minhas decisões (para mim!), como eu confiava nas decisões si próprias.

 

O que sinto neste momento, é que fui posta em causa. No que fiz/faço para mim e no que achei (???) que fizeram para si.

 

Pois não é verdade!

 

E hoje, aquelas que considero minhas melhores amigas estão distantes. E hoje, sinto que deixei de pertencer a um grupo do qual em tempos me senti feliz por vários motivos, e um deles foi ter sido eu o elo de ligação. E hoje sinto-me a mais. Sinto que piadas privadas das quais não faço parte e nem é suposto fazer (mesmo com outras pessoas). E hoje sinto que já não se sente o mesmo, e na verdade eu cheguei tarde. Porque simplesmente não dei conta do que se estava a passar.

 

Se calhar estive desatenta, se calhar demasiadamente centrada em mim e nas minhas 6 semanas de cama mais umas anteriores com dificuldades em ir onde quer que fosse pelas razões óbvias.

Se calhar nem foi nada disto.

Se calhar, por muitas voltas que dê, que pense, que reviva muitos momentos, que tente lembrar-me de situações especificas (agora aliadas ao meu afastamento???), é-me dificil.

Se calhar tenho só qu dar tempo ao tempo, a mim, à alma.

Se calhar as noites a pensar nisto são só minhas e só me provocam dor e lágrimas a mim.

Se calhar vai passar.

 

 

No curso de CPM (preparação para o matrimónio), lembro-me do meu marido ter dito que a minha melhor característica era ser amiga. E confesso que na altura e durante muito tempo (na verdade até agora), concordava. Se um amigo espirrava, no momento a seguir eu á estava a ir ter com ele. Se era preciso ir à lua por que motivo fosse, lá estava eu a seu lado. Se era preciso ouvir e "socorrer" em alturas de crise e em "não lhe digas nada" lá estava eu. Se era preciso simplesmente não pôr em causa...

Mas aparentemente... não é verdade a opinião do meu marido. Aparentemente, eu tornei-me em alguém egoísta que só fala de si (eu não consigo mesmo encontrar aqui situações... e isso corroi-me!). Aparentemente... tudo desapareceu ou simplesmente nunca existiu.

 

No entanto, um hino à amizade, e às pessoas amigas. À compreensão que faz parte de ser amigo. Da abertura. Do à-vontade. Um hino a tudo isto!

publicado por Ovelha Negra às 13:14

Criei este blog para poder desanuviar.

Para poder escrever o que quero e bem me apetece sem me preocupar em quem lê, se se ofende, se me percebe.

Criei para poder gritar tudo (ou parte) do que por vezes sinto. Na maior parte é algo momentâneo, que passa quase automáticamente assim que edito o post. É uma alternativa a deprimir ou tão pouco pensar demasiado em determinado assunto. É também uma forma de me orientar. De colocar por escrito o que sinto/penso para poder reflectir. Para não me perder nos pensamentos sem chegar a nenhuma conclusão.

É assim na verdade que me vou organizando interiormente.

 

Este blog era secreto. Só duas pessoas muito próximas de mim tinham conhecimento do mesmo.

Este blog era secreto precisamente por causa do que escrevi anteriormente. Porque não queria partilhar muitas vezes o que escrevia, porque na verdade é a minha perspectiva, que nem sempre está certa. E o blog é meu, e na maior parte dos casos não "corrijo" o que escrevi. Daí que muitos dos assuntos que escrevo não são conversados com ninguém! É um monólogo, o meu monólogo!

 

Recentemente, tive conhecimento que mais pessoas conhecem este meu canto, que agora já não é assim tão secreto.

Recentemente tive conhecimento que há mais pessoas que falam nele...

E isso derrotou-me. Não era suposto, porque se eu quisesse falar dele a quem quer que fosse, já o teria feito!

Mas não fiz...

 

E agora tenho pena não ter sabido que sabiam. E agora gostava de saber como tiveram conhecimento. E agora gostava de saber quem sabe na verdade do mesmo. Pode ser que mo digam...

Agora já não é assim tão secreto, agora já não posso escrever o que me apetece sem censura. Sem me preocupar se estou a ser injusta ou não com o que sinto, sempre que "cuspo" qualquer coisa para aqui. Agora... irei pensar muito bem em tudo o que escrever.

 

No entanto, o mal está feito...

publicado por Ovelha Negra às 13:01

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